segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Assim...




Ela olhou para ele sorriu e disse
“Ainda estou aqui!”
E estava, quieta e expectante
Como uma flor à espera do vento
Das mãos ásperas se fez ternura
Do frio do dia se fez calor, luz
Um sitio
Uma toca
Um barco
Navegaram devagar
Entre águas calmas
Depois em mares revoltos
Cerros apertados
Neblinas imensas
Esperas contidos
Sussurros breves
Depois dormiram, enfim…

12 comentários:

Utopia das Palavras disse...

Muito bonito Ana


... sim
como uma flor
um botão...
de amor...!

Beijo

Ausenda

Ana Camarra disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
SENSEI disse...

E sem o cigarrinho, tido como usual após tal navegação.

Xôxos

Ouss

Anónimo disse...

o teu marido tem muita sorte.

beijos de matateu :)

poesianopopular disse...

Ana
A arte de dizer
o resto
acontece
Quando tem que acontecer.
Bjo camarada

Diogo disse...

Um poema cheio de beleza e sedução. E escrito magistralmente, como é hábito.

Beijo

Zorze disse...

Lindo, Ana.

Eu ainda não consigo dispensar o tal cigarrito no post navegatum.

Beijos,
Zorze

Fernando Samuel disse...

«Como uma flor à espera do vento»: bonito!



Um beijo.

CRN disse...

Ana,
Bom poema, cada vez melhor, isto começa a ficar pequeno, venha o compêndio.

A revolução é hoje!

Ana Camarra disse...

Ausenda – è um botão…

Sensei-Isto há modalidades de fumadores e não fumadores…

Matateu-Isso não sei, pergunta-lhe

José (Poesia)-Por vezes estas coisas faz bem dize-las

Diogo-Sempre a considerar-me

Zorze-Pois, tu és fumador!

Fernando Samuel-Obrigado, amigo.

CRN-O Compêndio…

Beijos

Sunshine disse...

Que lindo Ana!!

Suave e no entanto tão intenso.

Vou linkar. Posso??

Bjs

Ana Camarra disse...

sushine

Estás á vontade.
Vem cá sempre que quiseres, ainda bem que gostas.

beijos