
Gosto das delícias que o mar oferece, sal, frescor, força, peixe e marisco, não gosto de delícias do mar, aquelas coisas prensadas supostamente amariscadas, que ninguém sabe muito bem como é feito.
Não gosto de pudins, mousses e outros afins instantâneos, cresci numa casa onde se fazia tudo, da maionese ao bechamel, das compotas aos pudins, portanto aquilo sabe-me assim a falso, totalmente.
È como manter uma relação onde o amor já terminou ou ir á missa porque é bonito e fingir que se reza enquanto se olha para a vizinha que está mais gorda e não devia de usar aqueles sapatos com aquela mala, é como falar em tolerância e nunca a ter, falar em progresso e trava-lo, falar em princípios e ideais e não acreditar neles.
Aprendi a respeitar os outros porque o devemos fazer e porque só assim poderemos esperar o mesmo respeito, aprendi que se deve de ajudar o próximo não porque se espere uma recompensa qualquer num mundo pós morte ou numa vida futura, apenas porque sim, porque de qualquer das formas podemos ser próximo, aprendi a fazer maionese, bechamel, compotas, bolos, massas diferentes, aprendi igualmente que a nossa palavra deve de valer mais que qualquer contrato ou papel, aprendi que vale mais um carapau assado que qualquer espécie de supostas delicias do mar!
Não gosto de pudins, mousses e outros afins instantâneos, cresci numa casa onde se fazia tudo, da maionese ao bechamel, das compotas aos pudins, portanto aquilo sabe-me assim a falso, totalmente.
È como manter uma relação onde o amor já terminou ou ir á missa porque é bonito e fingir que se reza enquanto se olha para a vizinha que está mais gorda e não devia de usar aqueles sapatos com aquela mala, é como falar em tolerância e nunca a ter, falar em progresso e trava-lo, falar em princípios e ideais e não acreditar neles.
Aprendi a respeitar os outros porque o devemos fazer e porque só assim poderemos esperar o mesmo respeito, aprendi que se deve de ajudar o próximo não porque se espere uma recompensa qualquer num mundo pós morte ou numa vida futura, apenas porque sim, porque de qualquer das formas podemos ser próximo, aprendi a fazer maionese, bechamel, compotas, bolos, massas diferentes, aprendi igualmente que a nossa palavra deve de valer mais que qualquer contrato ou papel, aprendi que vale mais um carapau assado que qualquer espécie de supostas delicias do mar!
Comentários
Um beijo.
gosto de coisas genuinas e elaboradas com amor.
comme trenet que j'ecoute.
abraço genuino
Eu gosto mais de empadas de galinha!
(mas de Montemor)
Beijos
Na segunda fotografia não sei o que é que será mais genuíno (e apetitoso), se o chocolate, se a gourmande...
Beijo.
Tudo que é natural é melhor, mais saudável, mais verdadeiro, mais....
Abraço!
Adoro delícias do mar. Também de pudins e mousses.
Não gosto de caracóis nem de cogumelos.
Carapau assado não desgosto, mas, sardinha assada, ó lá lá!
Gostei muito do último parágrafo no respeitante a respeitar o outro para se ser respeitado.
O ajudar sem interesse de obter algo em troca. A questão é que as pessoas procuram sempre um benefício, nem que seja o inchaço do ego.
Ajudar anonimamente sempre foi coisa rara.
Mas existe...
Beijos,
Zorze
Sagher-Eu dou-me!
Duarte-Qualquer coisa feita com amor sabe melhor.
Maria-Não te faças de esquesita existem cá umas muito boas também.
Diogo-Amim também me dão asco, muitissimo. A foto, pois, o chocolate é uma coisa muito sensual.
Mugabe-A Hipocrisia é tramada, ponto final paragrafo. Por acaso posso-me gabar de fazer um doce de tomate muito bom, com açucar amarelo, casca de limão e pau de canela, têm é a tendência de se evaporar....
Zorze-Quando se espera recompensa mesmo que seja o inchar do ego não se ajuda o próximo, só a si próprio.
Beijos
Também gosto de ajudar desinteressadamente. ;)
Viva o carapau assado, memo que só metade de um carapau... e o pudim de ovos cá de casa.
Abreijo.