
Off Mice and Man (De Ratos e Homens), é o título de um livro de John Steinbeck cuja acção é passada na Grande Depressão, infelizmente é uma leitura que está na ordemn do dia..
O Livro fala de muita coisa, fome, desemprego, preconceitos, falta de cultura, racismo, da frustração, também trata de outros paralelismos, daquilo que em ultima instancia separa os ratos dos homens, ou o que devia de separar.
Os ratos são capazes de tudo para sobreviver, tudo mesmo, de comer o seu semelhante, são oportunistas, cobardes e atacam os mais fracos.
Os homens deviam de ser diferentes, muito diferentes, não estamos numa época muito diferente da onde decorre o livro, nunca o ser humano foi tão menosprezado, para além das coisas que nos chegam, barbaras, de comunidades ditas do Terceiro Mundo, a verdade é que neste Mundo Ocidental a desumanidade impera, do desemprego crescente, acompanhado de todos os sentimentos negativos, das reformas insuficientes, das regalias cortadas, das listas de espera, das pessoas vistas como pouco mais que números, do horizonte que se avizinha muito negro e vazio.
Por outro lado nunca os ratos estiveram tão em alta, principalmente a variedade de ratazana, inventam-se mil esquemas para ganhar com a desgraça, aproveita-se a onda para se deixar de pagar, em todos os grandes negócios existe um rasto desta espécie, um rasto que é varrido para debaixo do grande tapete dos arquivados, dos processos que acabam abruptamente por ter terminado o prazo, das testemunhas que dão o dito por não dito, ou que vivem agora no estrangeiro, ou que outra coisa qualquer
Os ratos assumem aparência humana, mas é só aparência, continuam a carregar a peste.
O Livro fala de muita coisa, fome, desemprego, preconceitos, falta de cultura, racismo, da frustração, também trata de outros paralelismos, daquilo que em ultima instancia separa os ratos dos homens, ou o que devia de separar.
Os ratos são capazes de tudo para sobreviver, tudo mesmo, de comer o seu semelhante, são oportunistas, cobardes e atacam os mais fracos.
Os homens deviam de ser diferentes, muito diferentes, não estamos numa época muito diferente da onde decorre o livro, nunca o ser humano foi tão menosprezado, para além das coisas que nos chegam, barbaras, de comunidades ditas do Terceiro Mundo, a verdade é que neste Mundo Ocidental a desumanidade impera, do desemprego crescente, acompanhado de todos os sentimentos negativos, das reformas insuficientes, das regalias cortadas, das listas de espera, das pessoas vistas como pouco mais que números, do horizonte que se avizinha muito negro e vazio.
Por outro lado nunca os ratos estiveram tão em alta, principalmente a variedade de ratazana, inventam-se mil esquemas para ganhar com a desgraça, aproveita-se a onda para se deixar de pagar, em todos os grandes negócios existe um rasto desta espécie, um rasto que é varrido para debaixo do grande tapete dos arquivados, dos processos que acabam abruptamente por ter terminado o prazo, das testemunhas que dão o dito por não dito, ou que vivem agora no estrangeiro, ou que outra coisa qualquer
Os ratos assumem aparência humana, mas é só aparência, continuam a carregar a peste.
Comentários
Permita-me só fazer uma correcção. O título original é "Of Mice and Men".
Abraço e boas leituras.
Não li ainda esse livro e pelo que escreves deve ser muito interessante.
Quanto aos ratos, são animais como todos os outros, lutam pela sobrevivência.
A proximidade com o Homem e algum asco que proporcionam, faz desta espécie uma coisa má, nojenta.
Criou-se uma imagem mental.
Por outro lado existem, os ratinhos pequeninos, os Hamsters ou Criceto, da sub-família Cricetinae, comum a diversos mamíferos pequenos roedores.
Aí está, a relatividade da questão.
Os que espalham doenças, vasculham o lixo e fungam, são nojentos.
Os pequenininhos, branquinhos que correm nas rodinhas das gaiolas, são amorosos e lindos animais domésticos em milhões de famílias, por esse mundo fora.
Beijos,
Zorze
A vida de 30.000 pessoas contra a vida de um cabrão? Haverá discussão possível?
Bjs.
Estas ratas usurparam o nome Socialismo, usam-no como papel higiénico, ao qual diariamente juntam as suas imundas excrescências neoliberalistas (nova designação para fascismo)
As ratas transformaram-se em ratazanas e agora são puras arganaças iguais aos seus apoiantes iniciais, tendo transformado todo esse partido agora em bloco PS/D/BE/CDS, num ninhos de ratos bufos, ambicionando a categoria de Arganaça.
Mas por favor, não os designes como seres humanos, porque o não são! Apenas a sua aparência exterior dá essa imagem, porque por dentro são as mais vis arganaças que infectaram este país, à beira de um precipício que nem nos tempos da AD esteve, ainda assim a arganaça-mor designada pelos seus donos, aparece em outdoors onde se lê: "Para a frente Portugal"
Que se chamem já os desinfestadores, estas arganaças têm que ter o tratamento devido, chega de infecções, pois a septicemia já vai adiantada neste Portugal.
(Jiu-jitsu Sensei)
Ouss
Abraço!
Abraço!
Abraço!
A propoósito deste tema, recordo que maioria parlamentar, aprovou uma proposta de lei que regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais facilitando a vida às companhias de seguros que se esquivam a pagar a todos aqueles que sofrem acidentes em trabalho ou doenças profissionais.Esta proposta de lei, ao invés de proteger os interesses de quem vende o seu trabalho, protege o interesse de quem compra trabalho e vende dinheiro.
Exemplo: um tabalhador sinistrado em trabalho, que perdeu uma mão numa linha de montagem, ao decidir por uma prótese, vai reduzir ou mesmo perder totalmente o valor da pensão!!!
Na realidade este diploma reduz-nos a todos à dimensão de rodas dentadas que, depois de reparados com o menor custo possível, somos recolocados na engrenagem.
Não faço comparações com outros bichos. Como disse o abutre que queria comer a pomba e que Brama não deixava, "Eu não tenho culpa de ter nascido assim e tu estás a tirar-me o que estava destinado a ser o meu almoço".
Ora, nós os humanos. Animais com capacidade para poder distinguir o correcto do incorrecto, descemos mais baixo do que qualquer outro animal, por muito irracional que ele seja, se nos comportarmos de uma forma que, à partida, sabemos ser incorrecta.
Eu pergunto. Será que esses, os tais, os vampiros humanos que sugam tudo aos seus semelhantes,(agora com desculpa da doença "a crise", têm o direito de ser chamados de "SERES HUMANOS"?
Não! São "extras-humanos", provenientes de muitas raças.
Dou-lhes um unico nome, porque ou são, "Capitalistas-Canibalistas-neo-liberalistas" que, mesmo entre eles, praticam o antropofagismo-ultra-capitalista-conservador.
Há na realidade uma outra raça a que eu chamo de capitalistas-neoliberatistas-de-falas-mansas (ao jeito das sereias que obrigaram o Ulisses a atar-se ao mastro). Para mim, esses são os mais perigosos, principalmente para aqueles que, apesar das dificuldades que atravessam, não estão consciencializados politicamente, para entenderem que a conversa desses falas-mansas é como aquele vinho rosé,de 15 a 17º, chamado de "engana meninos.
Um beijo.
Homem versus rato, pouca diferença!
Beijo
Zorze-Eram mesmo as ratazanas de esgoto, lê é um bom livro.
Diogo-Já sei, embora seja conta a violência acho que despedir 30 000 é uma grande violência…
Casadegentedoida-Também não falei em mulheres….falei em espécies.
Sensei-Eles andam aí.
Mugabe-Também sou distraída.
Sostrova-Mais uma não è?
Akhen-São isso tudo que dizes.
Fernando Samuel-Estranha transformação, mas ficaram as obras.
Ausenda-è como dizes, impunes.
Beijos
Fica bem. Bjs.