
Algum tempo atrás brindei-os com a minha veia química, mas que não ficou por aí.
Tinha eu uns 10 anos, ofereceram-me um jogo de química, um a mim, outro ao meu primo, ao outro, mais velho, um microscópio. Tudo didáctico!
Os jogos de química tinham lamelas de vidro, tubos de vidro com reagentes básicos, um cadinho, uma lamparina a álcool, pinças e outros apetrechos.
Desconfio que já não se vendem! Não devem de estar na conformidade das normas europeias.
Portanto juntamos esforços e coisas num laboratório, nos primeiros tempos a loucura era arrancar pedaços de flores dos vasos, cascas de cebola, para ver ao microscópio, também picávamos os nossos dedos e arrancávamos cabelos, pestanas e sobrolhos.
Uma formiga, uma mosca também era boa.
E fazíamos experiencias…
Muitas!
Não me lembro se a busca era a da pedra filosofal, de um substituto para os combustíveis fosseis, a descoberta de uma cura de uma doença.
Sei que passamos horas a misturas reagentes, aquece-los, a medir o PH com as tiras de papel universal.
Não me recordo com terminou tal brincadeira, sei que tudo se sumiu depois de conseguirmos queimar a alcatifa, as colchas e cortinados.
Perderam-se assim três potenciais cientistas!
Tinha eu uns 10 anos, ofereceram-me um jogo de química, um a mim, outro ao meu primo, ao outro, mais velho, um microscópio. Tudo didáctico!
Os jogos de química tinham lamelas de vidro, tubos de vidro com reagentes básicos, um cadinho, uma lamparina a álcool, pinças e outros apetrechos.
Desconfio que já não se vendem! Não devem de estar na conformidade das normas europeias.
Portanto juntamos esforços e coisas num laboratório, nos primeiros tempos a loucura era arrancar pedaços de flores dos vasos, cascas de cebola, para ver ao microscópio, também picávamos os nossos dedos e arrancávamos cabelos, pestanas e sobrolhos.
Uma formiga, uma mosca também era boa.
E fazíamos experiencias…
Muitas!
Não me lembro se a busca era a da pedra filosofal, de um substituto para os combustíveis fosseis, a descoberta de uma cura de uma doença.
Sei que passamos horas a misturas reagentes, aquece-los, a medir o PH com as tiras de papel universal.
Não me recordo com terminou tal brincadeira, sei que tudo se sumiu depois de conseguirmos queimar a alcatifa, as colchas e cortinados.
Perderam-se assim três potenciais cientistas!
Comentários
Sem dúvida, perderam-se 3 génios... Ninguém compreende as crianças. Mas deixa lá, eu numa das minhas experiências, teria eu uns 3 anos, atirei um coelho, do meu avô, para dentro de um tanque para ver se ele sabia nadar!
:)))
Beijos
Eu sempre gostei de alcatifa, é um aparte de somenos importância.
E que tal... Que tal?
Tentar a SÉRIO descobrir a nossa essência, a dos outros?
Haja estômago, para tal.
Mas, sempre o Papão do medo de várias coisas, que bloqueia o aprofundamento das questões essenciais.
Mas que Humanidade esta?
Tem gosto de se ficar pelo o que já sabe, vivendo em círculos e confortavelmente se questionar sobre tudo.
Também estamos aqui para fazer puzzles sem solução pré-determinada.
Beijos,
Zorze
sugiro a relva
sem complexos
Mas é verdade que não foi uma boa troca...
Maria-Eu explico, misturamos tudo fizemos uma caldeirada de reagentes, aquilo secou, saltou e onde quer os cristais cairam fizeram buraco.
Zorze-Isso é muito á frente.
Mar-A relva é para rebolarmos...
TM-Fiquei eu, um professor e um gestor...
Beijos
Um beijo.