
As coisas boas cheiram bem!
O medo cheira a podre, a morte cheira a frio, a solidão cheira a bafio e sacristia.
A amizade cheira a pão fresco, limões, terra molhada.
Os encontros de amigos cheiram a cedro, alfazema, rosmaninho, tangerinas, figos maduros.
Os filhos cheiram a leite, a sonhos, a fruta a começar a amadurecer, ainda com toque floral.
A infância, a irmandade, cheira a bolos e biscoitos no forno, a ervilhas de cheiro, a travessuras, a canela e a compota.
O amor cheira a mar, a chocolate, a sândalo....
O medo cheira a podre, a morte cheira a frio, a solidão cheira a bafio e sacristia.
A amizade cheira a pão fresco, limões, terra molhada.
Os encontros de amigos cheiram a cedro, alfazema, rosmaninho, tangerinas, figos maduros.
Os filhos cheiram a leite, a sonhos, a fruta a começar a amadurecer, ainda com toque floral.

A infância, a irmandade, cheira a bolos e biscoitos no forno, a ervilhas de cheiro, a travessuras, a canela e a compota.
O amor cheira a mar, a chocolate, a sândalo....
Comentários
Um abracinho
Lagartinha de Alhos Vedros
Abreijos.
Sandalamente falando, estive num patamar mental-somático de soberba consciencial.
Aliás, tal como já habitualmente, vens fazendo.
Tocaste pontos de genialidade.
Beijos,
Zorze
Beijo
Beijos
Salvo-está visto que o computador novo é muito bom.
Zorze-memória olfactiva.
Diogo-Estás a ver podre? esterco? esgotto? azedo? tudo junto? Ainda assim...
Maria-Ainda bem!
Beijos
Abreijo.
Um beijo.
Uma flor que murchou,
Outra mais que floriu,
Uma abelha que zumbiu,
Um veículo que passou,
Um insecto que saltou,
Um rebanho que se espanta,
O eco duma garganta,
Um apito, um som disperso,
Tudo diz o mesmo verso
Desde o insecto à planta.