
Assinalou-se de múltiplas formas, pessoais, oficias, emocionais, de frete, de calendário, de amor, de desengano, de esperança, de festa, os 35 anos do 25 de Abril.
Nalguns sítios assinalaram-se outras coisas, como em Santa Comba Dão e na Região Autónoma da Madeira.
Mas a verdade é que se foi necessário um longo caminho até se chegar à clara e promissora madrugada de 25 de Abril de 1974, terá de se continuar a caminhar e como tal a construir esse caminho.
Numa altura em que a tecnologia alcança um avanço e uma abrangência espantosas, que há escassas décadas seria apenas de ficção científica, também a humanidade alcança um vazio e uma falta de expectativas.
A falta de esperança, as desigualdades sociais, a frieza dos números, as grandes confederações financeiras, a informação manipulada e encomendada, o crescente desemprego, o retrocesso nas condições de vida, obrigam-nos a prosseguir o caminho a continuar a não espera, porque nunca só a espera produziu frutos, sempre o semear precisou de calor e luz, chuva e força para florir, novamente.
Nalguns sítios assinalaram-se outras coisas, como em Santa Comba Dão e na Região Autónoma da Madeira.
Mas a verdade é que se foi necessário um longo caminho até se chegar à clara e promissora madrugada de 25 de Abril de 1974, terá de se continuar a caminhar e como tal a construir esse caminho.
Numa altura em que a tecnologia alcança um avanço e uma abrangência espantosas, que há escassas décadas seria apenas de ficção científica, também a humanidade alcança um vazio e uma falta de expectativas.
A falta de esperança, as desigualdades sociais, a frieza dos números, as grandes confederações financeiras, a informação manipulada e encomendada, o crescente desemprego, o retrocesso nas condições de vida, obrigam-nos a prosseguir o caminho a continuar a não espera, porque nunca só a espera produziu frutos, sempre o semear precisou de calor e luz, chuva e força para florir, novamente.
Comentários
Com pensamento e acção se mudou uma ditadura.
Bj
Zé Ferradura
ABRAÇO
É verdade Ana. Há uma contradição entre o avanço técnico e o bem-estar das pessoas. Este só aproveita cada vez mais a cada vez menos pessoas. Algo está profundamente errado.
Hoje devíamos trabalhar uma fracção do tempo que trabalhamos e ganhar várias vezes mais do que ganhamos. A tecnologia permite-o, mas o paradigma económico tem de levar uma volta de 180 graus. Provavelmente à batatada.
Beijo
Abreijos.
Abreijo
Um beijo de Abril.
É a política bilderberg, my dear.
Esta fase, é a destruição da fé que está em marcha.
A fé que digo não é a religiosa (não me arregales os olhos!), mas sim, a perspectiva em algo segundo um ponto de vista de cada indivíduo.
O que até ao momento está a resultar. O que eles não sabem, é que se vão lixar e brevemente...
Beijos,
Zorze
Mugabe-Obrigado.
Diogo-Eu gostava que não fosse à batatada.
Salvo-E vamos semeando, por vezes apenas parece que tudo leva muito tempo a germinar.
Samuel-Na mouche?!
Fernando Samuel-Só esperar não chega.
Zorze-Eu arregalo sempre os olhos a certas coisas que dizes.
Beijos