
As ausências não são vazias
Ao contrário do que se poderá pensar
São cheias de imensas coisas
Só se sente a ausência do que existiu
A ausência está cheia de restos
Restos de memórias, de cheiros
Sulcos de sal, de lágrimas e ondas
O resto do sabor do outro
O leve traço de um olhar que marcou
Ficou
Aquele calor
Aquele mesmo
Que ficou e vai ainda assim aquecendo
Ao contrário do que se poderá pensar
São cheias de imensas coisas
Só se sente a ausência do que existiu
A ausência está cheia de restos
Restos de memórias, de cheiros
Sulcos de sal, de lágrimas e ondas
O resto do sabor do outro
O leve traço de um olhar que marcou
Ficou
Aquele calor
Aquele mesmo
Que ficou e vai ainda assim aquecendo
Comentários
;)
Bj.
Serenissima!
Beijos
Beijo
Abreijos.
Abraço!
Inspirada e bela, como sempre!
Beijos,
Zorze
Salvo-Não faças isso arranja-o depressa que tenho falta das tuas visitas.
Mugabe-Pois eu também.
Zorze-Não sei se inspirada se desnorteada.
beijos
"As ausências não são vazias
Ao contrário do que se poderá pensar
São cheias de imensas coisas"se eu pensasse o contrário disso, vc teria acabado de me mostrar... adorei o poema, ana...
vc é inspirada, sim! :)