Hoje é sexta-feira dia 13, supostamente dia aziago.
Eu cá espero que sim, espero que a acabe esta má sorte de sermos assim a modos que desgovernados.
Por isso estive na a rua, eu e milhares de pessoas, mais ou menos duzentas mil a dizer que estamos fartos, que para além da crise internacional, sacrificamo-nos há tempo de mais para a tal luz ao fundo do túnel que nunca mais se acende.
Dissemos que queremos ser felizes, queremos um futuro, queremos trabalho, justiça social, orgulho.
Que estamos fartos que o nosso dinheiro sirva para obras megalómanas ou para ajudar os banqueiros, coitadinhos, que não nos faz falta um boletim de vacinas electrónico, faz-nos falta maternidades, hospitais, urgências, Centros de Saúde e Médicos de Família.
Dizer que não queremos que a Segurança Social acabe e que seja substituído por um sistema qualquer pouco claro, queremos o contrário, trabalhar, descontar e quando chegar a altura ter um fim de vida condigno.
Dizer que não preciso avaliar os professores desta forma, nem computadores Magalhães com erros, é preciso escolas com condições onde não chova, onde haja pavilhões desportivos, Bibliotecas, onde as crianças possas crescer e cultivar a sua inteligência.
Muitos acordaram de madrugada, para cá estar, vieram de muitos lados, do Algarve, do Porto, de Viseu, de Braga, de Beja, alguns da Madeira e Açores, mas tínhamos nos olhos a certeza de que nunca nada nos foi dado por dar e que temos a força da razão.

Como prenda deixo este hino de Fernndo Lopes Graça que gosto muito e dedico a todos
Acordai
acordai homens que dormis
a embalar a dor
dos silêncios vis
vinde no clamor
das almas viris
arrancar a flor
que dorme na raíz
Acordai
acordai
raios e tufões
que dormis no ar
e nas multidões
vinde incendiar
de astros e canções
as pedras do mar
o mundo e os corações
Acordai
acendei
de almas e de sóis
este mar sem cais
nem luz de faróis
e acordai depois
das lutas finais
os nossos heróis
que dormem nos covais
Acordai!
Eu cá espero que sim, espero que a acabe esta má sorte de sermos assim a modos que desgovernados.
Por isso estive na a rua, eu e milhares de pessoas, mais ou menos duzentas mil a dizer que estamos fartos, que para além da crise internacional, sacrificamo-nos há tempo de mais para a tal luz ao fundo do túnel que nunca mais se acende.
Dissemos que queremos ser felizes, queremos um futuro, queremos trabalho, justiça social, orgulho.
Que estamos fartos que o nosso dinheiro sirva para obras megalómanas ou para ajudar os banqueiros, coitadinhos, que não nos faz falta um boletim de vacinas electrónico, faz-nos falta maternidades, hospitais, urgências, Centros de Saúde e Médicos de Família.
Dizer que não queremos que a Segurança Social acabe e que seja substituído por um sistema qualquer pouco claro, queremos o contrário, trabalhar, descontar e quando chegar a altura ter um fim de vida condigno.
Dizer que não preciso avaliar os professores desta forma, nem computadores Magalhães com erros, é preciso escolas com condições onde não chova, onde haja pavilhões desportivos, Bibliotecas, onde as crianças possas crescer e cultivar a sua inteligência.
Muitos acordaram de madrugada, para cá estar, vieram de muitos lados, do Algarve, do Porto, de Viseu, de Braga, de Beja, alguns da Madeira e Açores, mas tínhamos nos olhos a certeza de que nunca nada nos foi dado por dar e que temos a força da razão.

Como prenda deixo este hino de Fernndo Lopes Graça que gosto muito e dedico a todos
Acordai
acordai homens que dormis
a embalar a dor
dos silêncios vis
vinde no clamor
das almas viris
arrancar a flor
que dorme na raíz
Acordai
acordai
raios e tufões
que dormis no ar
e nas multidões
vinde incendiar
de astros e canções
as pedras do mar
o mundo e os corações
Acordai
acendei
de almas e de sóis
este mar sem cais
nem luz de faróis
e acordai depois
das lutas finais
os nossos heróis
que dormem nos covais
Acordai!
Comentários
Abreijos e bom fim de semana.
Abraço!
Este "Acordai" arrepia-me sempre...
ah, e agora o Zeca...
Um beijo, ana
É realmente desesperante ver acontecer certas coisas debaixo do nosso nariz!...
Lá pelo Tasco muitas vezes tenta-se "perceber" as TRETAS que acontecem na Real República do Toca-o-Passo! ESta foi a última:
http://tretas-da-vida.blogs.sapo.pt/2009/03/05/
Tretices solidárias para ti.
Portaria- Mal disposta....não sei, mas vou lá espreitar.
Mugabe-Obrigado.
Maria-A mim também me arrepia.
Tretoso-Muito esclarecedor o teu post.
beijos
E sim lá fui descer a avenida, e senti-me feliz, afinal o meu desespero não anda sozinho, a minha angústia tem muitas irmãs e fiquei com a certeza que também a minha esperança tem muitos camaradas. Vim com a certeza de que a vitória tarda mas será nossa.
Um abraço
Lagartinha de Alhos Vedros
E destas vez dissestes asneiras? Gritaste?
Pela voz meio rouquita, alguns gritos deste.
Eles merecem do mais ordinário. Este governo não presta.
Beijos,
Zorze
Lagartinha-Mais do que de angustia a nossa esperana tem muitas irmãs.
Zorze-Achas?! Disse outras coisas, sem palavrões.
beijos
Protestar já não chega contra o Socretinismo que ultrapassa a política de direita pela direita!
Bj
Zé Ferradura
que pena ainda não estar de perfeita saude!!!!!!!
Sabes que esta fez mossa? ontem já pouca gente tinha argumentos... e amanhã menos terão.
a luta continua...
abraço do vale e obrigado pela vossa amizade.
Um beijo.
Duarte-A Luta continua!
Fernando Samuel-Fizeram bem, homenagem merecida a quem só a morte adormeceu!
beijos