domingo, 8 de fevereiro de 2009

E ainda assim só



Ainda assim só sinto-te à distância dos gestos maquinais, de brincares com o meu nariz, por exemplo, naquelas aproximações desajeitadas que os homens fazem, talvez por medo da indiferença ou da rejeição.
Sinto palavras que nunca dizes, palavras que por não dizeres, não repito, e assim se gastam as palavras que nunca são ditas, sabias?
Mas é assim mesmo.
Sabes que quanto mais me abraças mais livre me sinto?

7 comentários:

Zorze disse...

Ana,

O ainda assim só às vezes pode ser muito. Depende dos contextos e das entrelinhas que por vezes nos escapam à primeira vista.

Beijos,
Zorze

salvoconduto disse...

Quando bem apertado, ampara tristezas, combate incertezas e sustenta lágrimas.

Um abraço amigo de verdade divide alegrias e fica feliz em comemorar, o que quer que seja...

Há braço

poesianopopular disse...

Ana
Aquele abraço amigo, é um grande remédio!
Bjos camarada

Diogo disse...

Mais um belo poema em forma de prosa.

Beijo

Eric Blair disse...

to private to comment ...

Ana Camarra disse...

Zorze

Ainda assim é tudo!

Salvoconduto

Muito melhor que os comprimidos.

José (Poesia)

É o melhor remédio.

Diogo

São as coisas que me passam pela ginja.

Eric Blair

To comment to private?!

beijos

Fernando Samuel disse...

Aí está uma muito bela definição de liberdade...


Um beijo.