sábado, 31 de janeiro de 2009

Cenas que me marcaram III

Este é um chamado “filme de gaja”.
Relata uma história, inventada, sobre o testamento de Ludwig Van Beethoven, onde deixa tudo à sua “Paixão Imortal”.
Misturando ficção e realidade conhecemos o genial Maestro, a sua vida, o seu feito irascível, os seu supostos amores, o drama da sua surdez.
Esta cena é quase a final, Ludwig escuta na sua cabeça a sua Nona Sinfonia, ao mesmo tempo que dirige orquestra e coro. Relembra a infância, amarga, um pai alcoólico e colérico que o queria fazer render como um macaco amestrado.
O Hino da Alegria peça Central da Nona Sinfonia é um hino a isso mesmo, à alegria de nas condições mais dramáticas e adversas, degradantes, nos infortúnios, sermos capazes de apreciar as coisas belas da vida e melhor que isso, fazer coisas notáveis.

10 comentários:

salvoconduto disse...

Quem compunha assim surdo não era certamente. Hino da Alegria prova-o, de que maneira. Como também o prova a Heroica, a sua 3ª. sinfonia.

Abreijos.

Ana Camarra disse...

Salvoconduto

A Heroica, a Quinta, A Pastoral, etc, etc...tutti quanti.

Beijos

Eric Blair disse...

num bi

duarte disse...

Ana
a paixão é a força motora da criatividade...
abraço e até mais

Ana Camarra disse...

Eric

Mas debias de ber, quando puderes.

Duarte

Acho que sim.

Beijos

Zorze disse...

Ana,

Uma mente brilhante, concerteza.

Beijos,
Zorze

Helena Simões disse...

Entretanto, Sócrates compõe o Hino à Corrupção. Alegrias e tristezas da política.

Beijo

Ana Camarra disse...

Zorze

Com toda a certeza!

Helena

Pois pode ser que se esteja a acabar o pio.

Beijos

Fernando Samuel disse...

E já agora acrescenta aí... toda a obra dele...

Um beijo.

António Chaves Ferrão disse...

Ana
Desculpa-me a ignorância: como se chama o filme?
bjs